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Normatização de equipamentos de impressão offset

A adoção de uma norma internacional de impressão traz inúmeros benefícios para uma gráfica, destacados abaixo:

  • Maior eficiência.
  • Compatibilidade com as especificações técnicas do cliente.
  • Redução dos tempos de inicialização e dos custos com material.
  • Reprodutibilidade e consistência.
  • Maior compreensão de como as diferentes matérias-primas (papel, tinta etc.) afetam o resultado final.

No caso da impressão offset, para uma gráfica implantar uma norma internacional, seja a ISO 12647-2 ou a GRACoL 2013, em primeiro lugar tem que usar tintas e substratos compatíveis com as normas. Ambas as normas usam o mesmo conjunto de tintas, definidos pela norma ISO 2846-1, havendo uma pequena diferença na especificação do substrato.

Para que qualquer uma dessas normas seja incorporada ao dia-a-dia da gráfica, inclusive no controle de qualidade de impressão, os seguintes passos tem que ser seguidos:

  1. Definição das densidades das cores sólidas, para que o controle de impressão se adeque à norma a ser implantada.
  2. Cálculo das curvas de linearização de acordo com a metodologia adotada.
  3. Opcionalmente, criação de um perfil de cores , de preferência um perfil device-link, para aumentar a similaridade entre as cores do equipamento e as cores definidas pela norma.

O objetivo do primeiro passo é eliminar uma barreira que existe entre a impressão e a pré-impressão. As normas definem os valores das cores sólidas a partir de medidas colorimétricas, que normalmente só são empregadas na área de pré-impressão. Mas o controle das cores na boca da máquina é feito pela equipe de impressão, que historicamente as controla por meio de medidas de densidade. A melhor opção é permitir que o controle do processo de impressão seja feito por meio das medidas de densidade, mas seguindo as recomendações da norma, descritas no sistema colorimétrico. O uso da densidade no controle de impressão segundo as especificações da norma só será possível se houver uma correlação precisa entre as densidades específicas de um equipamento de impressão, o papel e a tinta utilizados e os valores colorimétricos descritos na norma implantada.

A Colorpixel tem uma metodologia própria para cuidar do passo 1, ou seja, definir os controles de densidade a partir das medidas colorimétricas. Além da experiência acumulada na definição de curvas segundo a norma ISO, a Colorpixel também é certificada no método G7. Por fim, também tem metodologia e tecnologia próprias para criar perfis de cores de alta qualidade.