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Método G7 de Calibração de Impressão

Método G7 de Calibração de Impressão

O método G7 revolucionou a calibração de equipamentos de impressão CMYK. Antes, a calibração era apenas uma etapa coadjuvante no processo de gerenciamento de cores de impressão, com uma contribuição relativa para a qualidade e estabilidade de cores da impressora. Com o surgimento do G7, a calibração passou a ser um elemento fundamental para a qualidade e estabilidade das cores na impressão, contribuíndo até para uma maior longevidade dos perfis de cores criados com base nesse método de calibração. Hoje em dia é impensável implantar uma solução sólida de gerenciamento de cores que não inclua o método G7 em sua configuração.

A calibração sempre foi uma etapa importante do gerenciamento das cores de equipamentos de impressão, mas sua contribuição para a qualidade final das cores impressas sempre foi indireta. Historicamente, os ajustes realizados na calibração são feitos a partir de medidas de densidade das tintas. Esses acertos proporcionam uma uniformidade maior das cores primárias, mas, por não se basearem em medidas colorimétricas, que têm relação direta com a visão humana, não influem diretamente na aparência e na qualidade das cores produzidas pelo equipamento.

A calibração tornou-se protagonista no gerenciamento de cores de equipamentos de impressão com a introdução do Método G7 em 2006. Seu fundamento é o ajuste dos tons de cinza (ou gris) da impressão, medidos em valores colorimétricos. Os ajustes nos tons neutros são há muito tempo a primeira etapa do tratamento de imagens e da calibração de monitores RGB, e seus resultados são excelentes. O G7 trouxe para o mundo CMYK essa prática já consolidada entre as cores RGB.

Com o G7, a calibração de equipamentos de impressão tem impacto direto na qualidade das cores produzidas. Por si só, a manutenção da calibração do equipamento pelo método G7 já garante maior consistência e estabilidade nas cores produzidas pelo equipamento. Esse incremento na estabilidade permite que os perfis de cores criados em equipamentos calibrados pelo G7 tenham uma vida útil muito maior.

Embora o G7 tenha sido originalmente criado para a normatização de equipamentos offset, na verdade, é o primeiro padrão universal para calibração de equipamentos CMYK e pode ser empregado com qualquer tecnologia de impressão (jato de tinta, eletrofotográfica, offset, flexografia, rotogravura, grande formato, sublimação etc.), garantindo a aparência uniforme das cores nos diferentes equipamentos. Sua grande versatilidade e os benefícios da estabilidade aumentada nas cores têm contribuído muito para a adoção cada vez mais frequente desse padrão no mundo todo.

Nos EUA, o G7 já é um padrão da indústria desde 2006, quando foi adotado pela Idealliance, que hoje é o maior órgão certificador das indústrias de comunicação gráfica e impressão do mundo, possuindo dez escritórios internacionais. Muitas empresas multinacionais com sede nos EUA já estão exigindo que seus fornecedores de serviços de impressão sejam certificados no Método G7.

No Brasil, o G7 ganhou força a partir da criação da Idealliance Latin America em 2018, que desde então tem formado profissionais certificados no Método G7. É importante lembrar que o Método G7 é compatível com a norma ISO 12647 desde a criação da ISO 10128 em 2009, depois revisada em 2018, que incluiu o método G7 como alternativa para a calibração de equipamentos gráficos.

A Colorpixel possui a certificação G7 Expert e está habilitada a auxiliar as gráficas a obter o certificado G7 Master, exigido por muitos clientes globais de impressão.